Sou o Felipe Carzo, desenvolvedor e engenheiro de software agnóstico de linguagem, no Rio de Janeiro. A lógica de programação eu aprendi em Java e Python, antes de aprender qualquer framework, e é isso que sustenta trocar de stack sem trocar de raciocínio.
Pego o projeto do começo ao fim: entendo como o negócio funciona, desenho a identidade, construo o site e construo o sistema que a equipe vai usar pra tocar ele depois que eu saio.
Já trabalhei com consultoria pra startup, loja online e até jogo pra evento presencial. Em todos, o que ficou de mais útil foi o painel: a pessoa que cuida do conteúdo mexe sozinha, sem abrir chamado comigo por causa de um preço errado.
Nenhum deles usou a linguagem que eu preferia, e sim a que o problema pedia. Explico isso mais abaixo, projeto por projeto.